E quase todo dia ainda ouço "ai, não coloco minha filha em lutas não", "é perigoso" - perigoso pra quem se mete.
Há diversas opiniões, palpitando, em tudo o que nos atrevemos a realizar. No jiu-jítsu não é diferente, principalmente quando as meninas se atrevem a participar da modalidade, algumas frases muito comuns são: "mas não é muito masculino?", "mas você é tão delicada", "pelo seu jeitinho ninguém imagina que você luta", "Eita! Sua orelha vai virar um repolho". Um dos fatores que certamente incomoda e leva a desistência de muitas mulheres na modalidade é o preconceito de pessoas leigas que ainda não conhecem a importância do jiu-jitsu para população em geral.
O Jiu-jitsu é um esporte tão popular quanto o surf no Brasil, mas infelizmente, pouco difundida quando comparada a outros esportes como futebol, vôlei, por exemplo.
O jiu-jitsu é uma arte marcial que se utiliza de técnicas para controlar um adversário sem causar-lhe nenhuma lesão (a não ser que o próprio adversário a ocasione), a partir de princípios de alavanca e mobilizações. Ou seja, sem necessariamente precisar de força, velocidade, com exceção nos campeonatos, onde a técnica dos adversários é parecida e algumas vezes a força e velocidade acabam se destacando.
O Jiu-jitsu como modalidade, prática esportiva, auxilia no desenvolvimento humano, melhorando desde o comportamento motor, intelectual, socioemocional. Aprimorando desde a sua coordenação motora ao seu comportamento perante a sociedade.
Eu pratico Jiu-Jitsu, minha mãe pratica, e quando eu tiver uma filha, certamente ela também irá praticar, por ser um esporte capaz de transmitir valores inimagináveis aqueles que não o praticam e não o conhecem, além de ser extremamente útil em ocasiões de risco.
I ♥ Bjj
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